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Festa de Santa Rita de Cássia segue até sexta-feira (22)

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21.05.2026 | 5 minutos de leitura

Festa de Santa Rita de Cássia segue até sexta-feira (22)

A Festa de Santa Rita de Cássia encerra nesta sexta-feira (22 de maio) sua 68ª edição em Curitiba, reunindo milhares de devotos no Santuário Santa Rita de Cássia, no bairro Hauer.

O evento homenageia uma das santas de maior devoção do mundo, conta com uma programação robusta formada por novena, bolo solidário, atrações culturais, bazar social e quermesse. Ao longo dos festejos são esperadas 40 mil pessoas vindas de Curitiba e outros municípios.

O tradicional Bolo de Santa Rita está sendo vendido a R$ 12,00 a fatia. Parte da arrecadação será doada ao Hospital Pequeno Príncipe. De acordo com o pároco-reitor do Santuário, Padre Nilson Helmann, SCJ, “a expectativa é comercializar 25 mil fatias de bolo, contribuindo com as causas sociais da paróquia e do hospital que atende crianças de todo o Brasil”.

Devoção
A programação da Festa de Santa Rita de Cássia inclui missas, procissão luminosa, venda do tradicional bolo de Santa Rita e quermesse durante todo o dia.

Missas com novena: 6h, 8h, 10h, 12h, 14h, 16h, 18h e 20h
Atendimento de confissões e bênçãos individuais: das 8h às 18h
Procissão luminosa: após a missa das 20h

Quermesse: a partir das 8h (pastel, bolo, cachorro-quente, churros, brincadeira da roleta)
Almoço dos peregrinos: a partir das 12h (preço R$ 20 com risoto, salada e linguiça assada)
Bazar social: das 9h às 16h

Este é um momento de muita fé e gratidão em nossa igreja. Nossos voluntários estão preparando tudo com muito carinho para receber os devotos que nos visitam. Convidamos as famílias, caravanas e grupos para que tragam suas rosas e venham viver esse momento de união”, destaca o pároco-reitor, Nilson Helmann, SCJ.

Modelo de Fé e de Virtudes
Santa Rita nasceu na Itália, em 1381. Chamada Margherita, ganhou o carinhoso apelido de Rita com o qual seria conhecida no mundo todo, associado ao título de “Santa das Causas Impossíveis” e também da “Santa do Perdão”.

Sua história de fé começa com um casamento contrariado e com um homem temperamental com o qual teve dois filhos. Durante os 18 anos do matrimônio, Rita procurou pregar a paz e a harmonia no lar e, à custa de muita oração, abrandou o temperamento forte do esposo que acabou assassinado.

Consumidos pelo sentimento de vingança, os filhos de Rita juraram vingar a morte do pai. Diante disso, ela rezou para que eles encontrassem o caminho do perdão e não perpetuassem aquele ciclo de violência. Tempo depois, uma nova dor marcou a vida de Rita: seus filhos morreram vítimas de uma grave enfermidade, mas somente após terem perdoado aqueles que tanto odiavam.

Após esses episódios, Rita desejou recolher-se ao Convento e rogou aos santos de sua devoção: São João Batista, Santo Agostinho e São Nicolau de Tolentino. Ingressa no convento, viveu ali 14 anos até sua morte, trazendo na testa um estigma e associando-se assim a um dos momentos mais fortes da crença católica: a Paixão de Cristo.

Antes disso, teria pedido a uma parenta uma rosa vermelha e dois figos do antigo jardim de seus pais. Não era tempo de rosa e nem de figo, mas, para a surpresa da mulher, havia uma linda rosa vermelha e dois figos maduros despontando em meio ao jardim.

Corpo intacto
Rita morreu no mosteiro de Cássia, em 22 de maio de 1457 e não foi sepultada; seu corpo permaneceu exposto no oratório até 1595, ocasião em que foi transferido para a igreja anexa ao mosteiro, hoje dedicada a ela. Até hoje seu corpo permanece intacto.

Canonizada em 1900, é modelo e amparo para milhares de pessoas, sendo considerada nos dias atuais como uma das santas mais populares do mundo. Segundo o Papa João Paulo II, “Rita foi reconhecida ‘santa’ não tanto pela fama dos milagres que a devoção popular atribui à eficácia de sua intercessão junto de Deus. Porém, muito mais pela sua assombrosa ‘normalidade’ da existência quotidiana, por ela vivida como esposa e mãe, depois como viúva e enfim como monja agostiniana”.

O Santuário, no Hauer, em Curitiba, possui uma capela dedicada a uma relíquia de primeiro grau de Santa Rita. Uma relíquia de primeiro grau, na tradição católica, refere-se a qualquer parte do corpo de um santo ou beato, como ossos, fragmentos de pele, cabelo, ou qualquer outro pedaço tangível do corpo. São consideradas as relíquias mais sagradas e veneradas.

“As relíquias de primeiro grau são itens realmente raros e, com muita alegria, podemos contar com uma de Santa Rita no santuário a ela dedicado”, destaca padre Nilson. O pequeno oratório fica dentro da igreja e é aberto ao público em geral. Em 2025 o Santuário também inaugurou um vitral, junto ao batistério, com a representação dos três santos de devoção de Santa Rita.

Serviço
O que: 68ª Festa em Honra a Santa Rita de Cássia, conhecida como a “Santa das Causas Impossíveis”
Quando: Até sexta-feira, 22 de maio de 2026
Local: Santuário Santa Rita de Cássia [rua Padre Dehon, 728, Hauer, Curitiba-PR]
Programação: Está disponível nas redes sociais [@santaritacuritiba] e no site www.santuariosantaritadecassia.com.br
Informações: pelos tels. 41-3276-2075 / 3278-6557 / 98778-1840 (WhatsApp)

Fonte: Assessoria de Imprensa / PASCOM
Foto: PASCOM - Santuário Santa Rita de Cássia
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